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setembro 20, 2006
5 dias

http://5dias.net
Publicado por s* às 05:57 PM | Comentários (1)
Aldina Duarte | Culturgest

17 novembro | 21h30
Grande Auditório
Culturgest
Publicado por s* às 05:54 PM | Comentários (0)
Habitar a História | Maria Lusitano

21 setembro | 22h
Pavilhão Branco
Museu da Cidade
Publicado por s* às 05:51 PM | Comentários (0)
A Outra Face da Lua | SOS VINTAGE Save Our Shop

http://sosvintage.blogspot.com
Publicado por s* às 05:43 PM | Comentários (0)
setembro 13, 2006
Peaches

26 setembro
Paradise Garage
Publicado por s* às 04:34 PM | Comentários (2)
setembro 12, 2006
10º Festival de Cinema Gay e Lésbico de Lisboa

Mädchen in Uniform (1931), Leontine Sagan
15 a 24 de Setembro
Quarteto | São Jorge | Instituto Franco-Português
www.lisbonfilmfest.org
Publicado por s* às 05:49 PM | Comentários (0)
Loop Pool | ZDB

Nova Huta (concerto)
Bandidos Desesperados (dj set)
Tra$h Converters (dj set)
Loop Pool (50 vídeo loops por 55 artistas)
Organização | Raum für Projektion e Variz
15 setembro | 23h
Publicado por s* às 05:09 PM | Comentários (0)
setembro 11, 2006
Cebolas

Não uso relógio praticamente à duas décadas. Por uma razão inexplicável paro todos
os relógios e se persistir em usar no pulso mais do que uns dias o mecanismo fica
completamente perro excluindo qualquer tipo de arranjo. Os dois únicos exemplares
que possuo foram oferecidos por pessoas que não perceberam este meu handicap.
Na escola, depois de várias tentativas de levar relógios da minha mãe para os exames
(os meus nunca funcionavam...) e de invariavelmente voltar com eles mortos,
a minha família compreendeu que eu tinha um problema. Eu compreendi que era um objecto
a evitar. Depois dos relógios ainda houve uma tentativa por parte dos meus familiares
de culparem-me pelas constantes avarias de uma máquina de fotocópias.
Mas como só existia um exemplar consegui descartar-me sempre das culpas.
A culpa era da máquina. Existissem várias e estava lixada.
Antes da era dos telemóveis consegui especializar-me em ver as horas nos pulsos
dos outros. A única altura traumatizante foi quando no ciclo apareceu a moda dos relógios
de mergulhador. Tentei levar umas barbatanas e garrafas de oxigénio na vã tentativa de ser in
mas ninguém percebeu.
Confesso que nunca perdi muito tempo a pensar no caso, resolvi atribuir as culpas aos genes.
Sou filha de uma pessoa que oxida tudo o que toca que seja metálico. Somos uma família
com poderes mas que não servem para nada, só para dar chatices. O Rei Midas tocava
nos objectos e transformava-os em ouro, nós só estragamos e oxidamos. Vem esta lengalenga
toda a propósito de ter recebido o meu terceiro relógio, um presente oferecido com a melhor
das intenções, e o qual não consegui recusar nem explicar o meu super poder com medo
de cometer uma desfeita. Ao longo dos anos a explicações que ouvi para este fenómeno
são as mais variadas, de baseadas em factos científicos a puras especulações delirantes,
já tenho uma lista interminável.
Há de tudo como na farmácia.
Publicado por s* às 09:58 AM | Comentários (1)
O carrilho, a pimenta e o avelha

Na "Enciclopédia Estudo - Curso de Português, Questões de Gramática, Noções de Latim"
(Edições ASA): "São exemplos de falsa etimologia ou etimologia popular:
comer a dois carrinhos (por carrilhos); hortelã-pimenta (por hortelã-menta, do lat. hortulana mentha);
ovelha ranhosa (por ovelha ronhosa), etc."
Carrilho, s.m. sabugo da espiga de milho; carolo.
Ronha, s. f. espécie de sarna; (fig.) malícia; manha.
Publicado por s* às 09:18 AM | Comentários (0)