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agosto 18, 2005
L+arte | João Magalhães
"A Bienal de Veneza de 2005 regista o facto inédito de ser dirigida por duas pessoas.
Será por serem mulheres que a organização julgou necessário duas pessoas para o fazer?
Não sabemos."
É assim que começa o artigo sobre a artista plástica Célia Domingues no último número
da L+arte (nº 15). Apesar de estar boquiaberta perante esta frase continuei a ler o artigo
à espera de uma redenção para tal. O que não ocorreu. Adorei o "não sabemos".
Concordo, também acho que não percebem nada.
João Magalhães, um nome a reter pelos piores motivos.
Publicado por s* às agosto 18, 2005 03:36 PM
Comentários
É inacreditável!!!!!
Como é possível uma revista de arte deixar passar uma consideração dessas?
Publicado por: André às agosto 18, 2005 10:42 PM
what????!!!!
Publicado por: Rogério Nuno Costa às agosto 25, 2005 01:42 AM
João Magalhães não só não sabe conter o seu lado misógino, como revela desconhecer como foi distribuído o comissariado na penúltima bienal de Veneza. Um conselho: caro joão, investigar nunca fez mal a ninguém, e pense duas vezes antes de enviar os seus textos para imprimir.
Publicado por: miss s às setembro 12, 2005 07:30 PM
O facto de ter iniciado o txt sobre a Célia Domingues desta maneira foi apenas uma forma provocativa de chamar a atenção para um tema que infelizmente ainda é pertinente nos tempos que correm.
É realmente muito simples citar um frase descontextualizada e tirar as conclusões que se quiser.
Além disso, conheço perfeitamente o processo que levou à nomeação de duas mulheres a direcção da bienal. Não conhecia era este blog, que vou passar a consultar regularmente... pelas melhores razões.
Publicado por: João Magalhães às setembro 14, 2005 12:49 PM